Grandes desafios marcam início de ano na Agência do Bem – Agência do Bem
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Grandes desafios marcam início de ano na Agência do Bem

Por 1 de fevereiro de 2019 Nenhum comentário

A cada ano que passa empresas traçam novos planejamentos e estratégias de acordo com fatores internos e externos, o que não é diferente para uma ONG. O ano de 2018 pode ser considerado um dos mais expressivos para a Agência do Bem, um período de expansão potencial que alavancou projetos e permitiu promover cidadania para além das fronteiras do Rio de Janeiro.

  Mas quando se fala em Terceiro Setor, a instabilidade assume um caráter previsível e atemporal. Foi aí que nos primeiros dias de 2019 a organização adentrou numa nova conjuntura, que exigiu medidas críticas para amenizar o impacto de uma drástica redução de recursos, refletindo no quantitativo de equipe e desenvolvimento dos projetos. Apenas a título de informação, somente o corte definido pelo governo municipal para o montante que poderia ser arrecadado via Lei de Incentivo ISS representou uma queda de aproximadamente 2/3 no valor total que cada empresa poderia destinar a projetos sociais por meio do seu imposto.

  Acostumada aos revezes característicos desta área, não é a primeira vez que a Agência do Bem precisa se reinventar. Num momento de alta retração, foram muitos cálculos, conversas e decisões para moldar um novo panorama, porém preservando ao máximo o atendimento aos alunos e comunidades, seu maior e principal compromisso. Apesar do freio em sua expansão e dos cortes na equipe, as Escolas de Música e Cidadania mantêm seu cronograma e funcionamento estáveis. A Orquestra e Coro Nova Sinfonia segue adiante moldando futuros profissionais, porém com um calendário enxuto de apresentações quando comparado aos dois últimos anos. A redução também se dá nas atividades em rede promovidas pela organização, que apesar do espaçamento nos encontros e da diminuição de editais, continuará trabalhando da melhor forma para manter os ciclos de capacitação para líderes comunitários, os incentivos a microprojetos e o mapeamento de ONGs.

Além do esforço institucional, a organização conta com o inestimável apoio das empresas e doadores que mantém o suporte a tantos projetos, mesmo com suas próprias dificuldades.

Na pauta para os próximos meses, fazer mais com menos será uma diretriz para cada membro da equipe, que comprometida com seu objetivo final, fará da dimensão do desafio seu maior combustível na manutenção e condução das atividades com a mesma qualidade e eficiência, seguindo sempre o lema que orienta cada uma de suas ações: fazer o bem, bem feito.